AlResearch, braço de pesquisa do gigante de comércio eletrônico chinês, Alibaba, realizou em janeiro uma reunião com analistas e empresas de investimentos para avaliar o potencial para o futuro da tecnologia chinesa e o varejo online. Alibaba, a empresa chinesa de tecnologia que vale uns US$ 181 bilhões, é uma das mais interessadas nos rumos da economia nacional.

Entre os assuntos debatidos estavam o varejo online, o comércio internacional e a chamada economia de compartilhamento. Algumas das conclusões divulgadas pela empresa chinesa foram:

1 – Bain & Co.: O mercado chinês de varejo online deve chegar a ¥ 10 trilhões (US$ 1,5 trilhão) até 2020, ano em que 22% do comércio do país será realizado on-line, 70% pelo celular.

2 – Boston Consulting Group: O consumo no varejo chinês crescerá US$ 2,3 trilhões em menos de cinco anos, e quase metade será on-line. Apesar dos seus problemas no mercado de ações e do crescimento menor, o mercado consumidor chinês deve crescer 50%, para US$ 6,5 trilhões até 2020.

3 – Data Center of China Internet: O mercado chinês para impressoras 3D será cerca de US$ 15 bilhões até 2020. Apesar de que as impressoras 3D devem ser inicialmente usadas por empresas, a expectativa é que elas serão usadas de forma doméstica diariamente.

4 – China Academy for Rural Development, Zhejiang University: Dentro de cinco anos, a Internet vai estar em toda a China rural.

5 – Institute of Information Society Studies: A regulamentação chinesa da Internet vai se transformar em um sistema de “soft law”. À medida que mais chineses fiquem on-line, o governo terá mais dificuldades para controlar a rede. A expectativa é que ele trabalhe de forma próxima às empresas de internet.

Captura de pantalla 2016-02-14 02.25.5014/02/2016 às 00h00min – Atualizada em 14/02/2016 às 00h00min
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